Sexta-feira, 12 de Junho de 2009
Quarta-feira, 20 de Maio de 2009
Acredito que sim, pois vi
Não sei como ainda consigo ligar às tuas provocações, como ainda tenho coragem para as ver. Mas o que é certo é que é mais forte do que eu, embora o medo me invada de cada vez, e de cada vez perca algo dentro de mim, nem que seja apenas momentâneo.
Sinceramente não sei como ainda continuas com essa tua luta incansável; e por isso dou-te os parabéns.
Hoje perdi-me mais uma vez, e graças a isso podes sorrir de alegria, pois feriste alguém que nunca de fez mal, alguém que apenas quer viver, viver uma verdade, se possível.
Terça-feira, 12 de Maio de 2009
Liberdade
Sonhos.
Queria tanto ter a liberdade para ir, para ir simplesmente. Sem dar explicações nem motivos. A liberdade de ir só porque sim, e de levar comigo quem eu bem entender. Queria tanto ter a liberdade para apreender tudo o que o mundo (nem peço tanto), tudo o que o país tem para me oferecer. Alargar-me culturalmente, crescer, ganhar alguma independência e autonomia.
Eu sei, eu sei, é difícil, mas mais tarde ou mais cedo vão ter de o fazer, e porque não fazê-lo aos pouquinhos. Deixar-me ir só um bocadinho. Confiar, deixar-me errar também. É pouco provável que acerte logo à primeira.
Queria tanto um cheirinho de liberdade. Fazer planos, e poder concretizá-los.
É só isso que peço. Um pouquinho de liberdade para crescer.
Segunda-feira, 4 de Maio de 2009
Lição de vida
Não quero parecer negativa mas apenas realista, realista do meu ponto de vista.
Não confiar a 100% em ninguém, nem na vizinha do lado, nem naquela amiga e muito menos não confiar naquela pessoa que pensavas que tinha mudado, mudado por ti.
Podemos dizer que viver na ignorância não custa absolutamente nada, afinal o que os olhos não vêem o coração não sente. O pior vem depois, quando, por mera curiosidade ou por alguma alma caridosa, descobres que tudo não passava de mais uma mentira, mais uma traição. No fim acabas por perdoar, mais valia nunca teres sabido de nada. Assim não terias de viver com a perfeita consciência de que és a pessoa mais enganada à face da terra. Neste caso a única coisa que te faz sentir melhor é que a culpa não é tua. Que mais podias fazer?
A partir do momento em que não vives mais na ignorância e decides perdoar, porque ainda te resta tanto para dar, e ainda tens esperança e, pensas tu, força para ultrapassar tudo e coragem para pôr um fim a tudo se for preciso (quem é que estás a tentar enganar?), tens de começar a pensar na tua vida de uma maneira diferente.
Não te entregares por amor, mas porque te faz sentir bem naquele momento. Aproveitar os momentos bons e se esses momentos bons valeram a pena, aguentar até certo ponto os momentos maus. Tentar sair o menos magoada de todas as situações, mesmo que para isso tenhas de magoar outro alguém que por inúmeras vezes fez o mesmo.
Não é uma existência perfeita, nem o sonho de ninguém, mas quem sabe, se no fim tudo não valerá a pena...
Não confiar a 100% em ninguém, nem na vizinha do lado, nem naquela amiga e muito menos não confiar naquela pessoa que pensavas que tinha mudado, mudado por ti.
Podemos dizer que viver na ignorância não custa absolutamente nada, afinal o que os olhos não vêem o coração não sente. O pior vem depois, quando, por mera curiosidade ou por alguma alma caridosa, descobres que tudo não passava de mais uma mentira, mais uma traição. No fim acabas por perdoar, mais valia nunca teres sabido de nada. Assim não terias de viver com a perfeita consciência de que és a pessoa mais enganada à face da terra. Neste caso a única coisa que te faz sentir melhor é que a culpa não é tua. Que mais podias fazer?
A partir do momento em que não vives mais na ignorância e decides perdoar, porque ainda te resta tanto para dar, e ainda tens esperança e, pensas tu, força para ultrapassar tudo e coragem para pôr um fim a tudo se for preciso (quem é que estás a tentar enganar?), tens de começar a pensar na tua vida de uma maneira diferente.
Não te entregares por amor, mas porque te faz sentir bem naquele momento. Aproveitar os momentos bons e se esses momentos bons valeram a pena, aguentar até certo ponto os momentos maus. Tentar sair o menos magoada de todas as situações, mesmo que para isso tenhas de magoar outro alguém que por inúmeras vezes fez o mesmo.
Não é uma existência perfeita, nem o sonho de ninguém, mas quem sabe, se no fim tudo não valerá a pena...
Quinta-feira, 2 de Abril de 2009
Your The Fucking Love Of My Life!
Já passou tanto tempo. Já nem me lembro de tudo o que se passou. Estou meio atordoada ainda.
No inicio éramos amigos, quer dizer até se pode dizer que tínhamos regredido para a fase de conhecidos apenas. Mas sabes que nunca foste só mais um, nunca foste apenas uma cara bonita, sempre me interessaste. Mesmo quando mal falávamos, pensava em ti. Falava de ti e a cima de tudo preocupava-me contigo. Via-te na escola e perguntava-me o que se passava contigo. E queria fazer alguma coisa, sentia uma necessidade brutal de interferir, mais do que qualquer outra pessoa com quem falava. E vi naquele inicio de tarde uma bela oportunidade de me infiltrar no teu mudo novamente. Talvez porque me encontrava numa situação em que eu própria queria ser mudar, ser diferente, revoltar-me, reagir, acordar para o mundo. E foi esse simples gesto, esse simples passo. Valeu a pena um falta, valeu a pena todas as faltas do mundo. Com medo no inicio, mas sei que não fui assim tão difícil. Como poderia ser difícil quando eu própria estava desejando de te saltar para cima (figurativamente, claro :P). Não podia ter sido mais fácil, no entanto nada o previa. E desde então, já passamos por quase tudo. Pelo mau e pelo bom. E adoro pensar que ainda podemos passar por muito mais. Em tempos tive duvidas, e mesmo agora tenho medo de o dizer, para não parecer que tenho certezas de mais, mas sei que me queres tanto quanto eu te quero a ti. Só isso explica que tenhas aguentado tanto tempo. E eu tenho a certeza que te amo, pois só isso explica o que passei por ti, o que deixar passar, por desejar que pudesse ser diferente. Não me leves a mal, já é tudo passado. Está tudo esquecido, por ambos espero.
Quando olho para trás e revivo tudo, não percebo como acabamos os dois juntos, assim. É exactamente como eu queria. É melhor. O primeiro e o último. O melhor e o único.
És estúpido, mas eu amo.te tanto porra! Nem penses em deixar-me! Faço pior que a Super Ex. :P
A primeira de muitas. @
Segunda-feira, 23 de Março de 2009
Estado de espírito.
Hoje foi um dia complicado. Senti medo, raiva, angustia, desespero, saudade, frustração...mas a cima de tudo senti amor. Sim porque é o amor que vence sempre, e de tudo o que senti hoje, foi o mais forte, mais verdadeiro.
Obrigada por tudo meu amor, sei que não sou fácil. Não sei ser de outra maneira. E mesmo que não tenha parecido, ajudas-te a controlar-me.
Agora só me resta atirar-me de cabeça e esperar que não acabe muito mal tratada. Neste caso com um 15 já fico feliz da vida.
Só quero é que isto tudo vá pó inferno.
Farta, fartinha, pronta para as férias.
Obrigada por tudo meu amor, sei que não sou fácil. Não sei ser de outra maneira. E mesmo que não tenha parecido, ajudas-te a controlar-me.
Agora só me resta atirar-me de cabeça e esperar que não acabe muito mal tratada. Neste caso com um 15 já fico feliz da vida.
Só quero é que isto tudo vá pó inferno.
Farta, fartinha, pronta para as férias.
Quinta-feira, 19 de Março de 2009
Cabra Caprichosa
Começo a sentir a pressão cada vez mais. Cada vez mais pressão e cada vez mesmos motivação. Menos vontade de dar o melhor, por saber que o melhor nunca será o suficiente. Não suporto ouvir dizer que os adolescentes de hoje não têm responsabilidade quando os adultos não demonstram ter nenhuma. Quem são eles para nos acusar, se eles próprios só pensam em si? (atenção, não me refiro a todos os adultos, mas a um em especial, uma querida professora que parece divertir-se à custa do nosso sofrimento) Sinto que o meu esforço não é recompensado.
Para que lado me viro? Português, História, Geometria. Qual o mais importante? Tenho de alterar todos os meus planos, por causa de um simples capricho de cabra malvada! Ahhh Odeio-a!
Segunda-feira, 16 de Março de 2009
Ai o cralhe!
O mundo tem andado cinzento de mais, olho e a única coisa que vejo é caras tristes, aborrecidas, desiludidas, preocupadas. Isto não me admira de modo algum, pois também eu, me surpreendo enumeras vezes a olhar para um reflexo que é tudo menos feliz. Mas "cralhe", já chega de pessimismos, já chega de stressar, eu faço o meu melhor, e se o meu melhor não é bom o suficiente e se não chega então, "cralhe", porque eu sinceramente, não quero que a minha vida seja só aulas e apoios e t.p.c.'s e exercícios e estudar e ler e reler e decorar, copiar, perceber, entender, escrever. Possas à tantas outras coisas que quero fazer, e a única coisa que me garantem e me obrigam a fazer, faz-me infeliz. Não é justo. E sim, a minha sinceridade magoa e choca os papázinhos. Se já tenho idade para ter juízo, também tenho idade para saber avaliar o que me faz mal ao juízo. Desculpem papázinhos, sei que vos desiludo, e que não sou a filha exemplar que só quer saber da escola. Já estive perto de ser essa pessoa, e agora estou tão longe de a ser quando o caralho está longe de ser uma palavra apropriada para uma professora prenunciar juntos dos seus queridos alunos. Mas eu quero poder correr riscos, fazer coisas estúpidas, chorar de alegria, magoar-me, perder o juízo, fazer loucuras, não pensar por um momento, quero rir, porra há quanto tempo não me divirto como deve ser?
Quero coisas boas, e vou ter coisas boas. E prontos! Não quero saber dos insucessos, vou procurar os sucessos, e ser feliz com eles. Podem não ser os que DEVIAM ser mas são os que eu QUERO.
Quarta-feira, 11 de Março de 2009
O Teatrinho do Inferno
Oh paciência! Há com cada gente por ai.
Uma ida ao teatro, uma simples ida ao teatro com a turma. Não parece ser uma tarefa por ai além, mas acreditem ou não, há pessoas que conseguem torna-la numa experiência tudo menos agradável. Dizem-se adultos, alunos de secundário, muitos já com os seus tão esperados e enfatizados 18 anos, mas vê-los? Não se notam. Sim, podem ter idade no B.I. mas na cabecinha, que é onde mais faz falta nem vê-la. Sim, a peça não era propriamente interessante, até era bastante aborrecida, não sei se pela minha falta de conhecimento e cultura geral, se por outro motivo, mas custava muito aos meninos crescidos estarem 1.30h caladinhos a ouvirem o que os senhores actores tinham para dizer??? Será que é muito difícil respeitar os outros, respeitarem-se a vocês próprios. Admito ainda que miudinhos da primária não teriam sido tão desrespeitadores, embora hoje em dia se veja com cada coisa vinda desse pequenos que já querem mandar com 5 anos. Mas sim, o mundo está de pernas para o ar, a tantos níveis os quantos é possível a nossa mente pensar.
Uma ida ao teatro, uma simples ida ao teatro com a turma. Não parece ser uma tarefa por ai além, mas acreditem ou não, há pessoas que conseguem torna-la numa experiência tudo menos agradável. Dizem-se adultos, alunos de secundário, muitos já com os seus tão esperados e enfatizados 18 anos, mas vê-los? Não se notam. Sim, podem ter idade no B.I. mas na cabecinha, que é onde mais faz falta nem vê-la. Sim, a peça não era propriamente interessante, até era bastante aborrecida, não sei se pela minha falta de conhecimento e cultura geral, se por outro motivo, mas custava muito aos meninos crescidos estarem 1.30h caladinhos a ouvirem o que os senhores actores tinham para dizer??? Será que é muito difícil respeitar os outros, respeitarem-se a vocês próprios. Admito ainda que miudinhos da primária não teriam sido tão desrespeitadores, embora hoje em dia se veja com cada coisa vinda desse pequenos que já querem mandar com 5 anos. Mas sim, o mundo está de pernas para o ar, a tantos níveis os quantos é possível a nossa mente pensar.
Terça-feira, 10 de Março de 2009
O tempo tem o tempo que o tempo tem.
(Só dois minutos, dois-me os olhos, vou por os pingos.)
Ok estou de volta, um pouco desfocada, mas sim.
Ouvindo, então, a musica ambiente do Henrique, sinto-me preparada para grandes palavras, e pelo que parece de inspiração árabe, que nem mesmo eu percebo. (iajabi, iaionin,(instrumental) inchalá, iqueahi, whatever whatever).
Muito bem, um tema que muito me aflige é o tempo. O tempo que por tantas vezes nos queixamos que demora muito a passar, não me parece demorar assim tanto. Mas porque raio, não me parece que já tenha chegado à idade em que os anos passam a correr! Mas que as semanas se precedem umas às outras a uma velocidade que, mais parece que nem tempo para me coçar tenho, lá isso é verdade. E isso aflige-me porquê perguntam vocês, e perguntam muito bem. Aflige-me pelo simples facto de estar tudo a aproximar-se muito rápido, e por outro lado a afastar-se de igual forma, rapidamente. Parece-me que ainda ontem começou o escola, mas daqui a menos de nada já ela acabou e eu ainda me vou estar a perguntar a onde foi parar todo o tempo que tínhamos. Todo aquele tempo, aquele que nos dava a hipótese de dizer ah! isso logo faço, tenho tempo, e depois de repente, sem dar por isso, o tempo já há muito que se foi.
"O tempo pergunta ao tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo responde ao tempo que o tempo tem o tempo que o tempo tem."
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